Auto medicação em idosos

 

Uma peculiaridade em relação à saúde do idoso é que, muitas vezes, as pessoas se esquecem de que eles possuem um metabolismo bem mais lento que o das pessoas mais jovens, inclusive reações diferentes a determinados medicamentos.

 

O geriatra e gerontólogo Armando Miguel Junior explica que como a absorção do medicamento é mais lenta, a eliminação das substâncias também é. Por isso as doses devem ser adequadas a cada pessoa e doença.

 

Um dos maiores perigos da auto medicação em idosos é que no caso de múltiplas patologias, a pessoa pode ainda sofrer reações adversas provocadas por vários medicamentos. Por exemplo, o excesso de remédios de pressão pode provocar ácido úrico.

 

Entre os riscos da automedicação citados pelo geriatra estão: o mascaramento de uma doença grave em início, a resistência às bactérias, a associação de remédios caseiros como chás que podem interferir nas substâncias do remédio indicado, pois não se sabe quais são os componentes da planta.

A orientação é simples: não se auto medique. Apenas use medicamentos mediante a orientação de um médico e nunca busque práticas alternativas como remédios ditos naturais que não tenham comprovação científica mostrados em propagandas em televisão. Todos os medicamentos devem ter aprovação da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária e do Conselho Americano FTA (Food and Drugs Admininstration), que garantem a qualidade do que será consumido.

Entrevista na Radio Bandeirantes AM 1170 - Campinas dia 25/08/2005




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