Muitas pessoas afirmam que o coração não dói. Isso não é verdade e a dor do infarto é uma das piores que existe. Sempre que o idoso se queixa de uma dor forte no peito, na mandíbula ou na "boca do estômago", e que surege espontaneamente ou após alguns esforços além do normal, deve se pensar em infarto. Trinta por cento das pessoas com infarto morrem nas primeiras horas após o início da dor, muitas vezes sem conseguir um atendimento especializado.

Como agir: permaneça calmo e procure acalmar o idoso. Deixe-o sentado e chame o serviço de emergência imediatamente, sem que o idoso se aperceba disso.

Muitas vezes o infarto provoca uma reação de vômito e se o idoso estiver deitado pode aspirar este vômito e complicar a situação.

Caso o idoso sofra um desmaio, deixe-o deitado no chão e procure sentir o batimentos das artérias do pescoço ou pulso. Caso não sinta o pulso ou a respiração, deve-se iniciar a manobra de ressuscitação, com massagem cardíaca e respiração boca-a-boca.

As manobras são simples, mas deve-se aprender a usá-las, pois o momento emocional do desmaio não é a hora de praticar de forma atabalhoada. Procure o médico do idoso e se informe sobre como aprender a fazer uma massagem cardíaca.




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