Editorial

O rápido envelhecimento nos países em desenvolvimento é acompanhado por mudanças dramáticas nas estruturas e nos papéis da família, assim como nos padrões de trabalho e na migração. A urbanização, a migração de jovens para cidades à procura de trabalho, famílias menores, e mais mulheres tornando-se força de trabalho formal significam que menos pessoas estão disponíveis para cuidar de pessoas mais velhas quando necessário.

A fim de abordar as necessidades e exigências multifacetadas do idoso o médico geriatra deve praticar a mudança de um modelo de atendimento individual para um sistema de atendimento mais sistêmico e de base ampla, com auxílio dos gerontólogos. Neste contexto as instituições asilares tem papel importante.

Dentre os vários motivos que levam à institucionalização do idoso destaca-se o abandono da família, a falta de recursos financeiros, a rejeição familiar, falta de parentes próximos, ausência de cuidadores e alto grau de dependência dos idosos.

No Brasil as instituições asilares não normatizadas segundo a Portaria 810/89 do Ministério da Saúde, que estabelece do ponto de vista estrutural, os padrões mínimos a serem seguidos.

Referências:
Yamamoto A, Diogo MJD - Caracterização das instiuições asilares do município de Campinas quanto à área física. Rev. Paul Enf. V.21 n.3 set/dez, 2002.

Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde. Portaria 810 de 22 de setembro de 1989. Aprova as normas e padrões para o funcionamento de casas de repouso, clínicas geriátricas e outras instituições destinadas ao atendimento de idosos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF p 17297-8. Set 1989. Seção 1.





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