Todas as pessoas na idade ativa ficam preocupadas com seu futuro na velhice, faz poupança ou pagar uma previdência complementar, além da do governo é o desejo de todos.

O Brasil vive hoje uma época especial conhecida dos economistas como bônus demográfico, que é o momento em que a estrutura etária da população atua no sentido de facilitar o crescimento econômico. Isso acontece quando há um grande contingente da população em idade produtiva e um menor número de idosos e crianças.

Por conta da queda na taxa de fecundidade, que, em 2004, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, chegou a 2,1 filhos por mulher na idade fértil, nível de mera reposição populacional, o Brasil está na chamada fase do Bônus Demográfico. Os estudos apontam 2020 como nosso melhor ano de economia, pois teremos 46 dependentes (idosos e criança) e 54 ativos para cada 100 pessoas. Já, em 2050, haverá 59 (28 crianças e 31 idosos). Veja o gráfico.

O comportamento do emprego nos próximos 25 anos será fundamental para definir se os futuros idosos ficarão financeiramente dependentes ou se, em vez disso, atuarão como incentivadores do crescimento econômico por terem acumulado poupança nos anos em que a situação lhes foi favorável.
Em 2005, o número de beneficiários e pensionistas do sistema previdenciário brasileiro era de 16 milhões e destes 13 milhões ganham somente um salário mínimo. Mesmo assim, o seu déficit é de 37,6 bilhões de reais.

Razão produtividade e dependência

Referências:

Chaimovicz F. Os idosos brasileiros no século XXI – demografia, saúde e sociedade.

BeloHorizonte: Postgraduate 1998. 92p.

IBGE –Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística





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