Resenha

A base do envelhecimento e das doenças

Colaboradora: Angela Terezinha de Favari Fornari *

* Nutricionista e pós-graduada do curso Saúde e Medicina Geriátrica da Metrocamp

3 – RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

As alterações psicológicas, sociais e as questões econômicas relacionadas com o envelhecimento afetam de uma ou outra forma a alimentação e/ou a fisiologia da nutrição através da modificação da dieta, do padrão alimentar e do estado nutricional do indivíduo. Devido a variações na capacidade de ingerir, digerir, absorver e utilizar esses nutrientes, não é fácil estabelecer as necessidades nutricionais desta população (MUÑIZ, MARTINEZ e COS BLANCO, 2004).

De acordo com Matos faltam “informações referentes aos efeitos do envelhecimento sobre as necessidades nutricionais dificultando a avaliação da ingestão adequada de muitos nutrientes”. Segundo essa autora, as poucas pesquisas desenvolvidas sobre o tema, assim como a grande variabilidade entre os dados encontrados sobre as necessidades energéticas nesse grupo, associadas à diversidade de níveis de atividades físicas dos idosos, tornam incompletas e variáveis as evidências científicas sobre as necessidades energéticas para essa população.

As recomendações nutricionais visam indicar qual a quantidade mínima de nutrientes seria adequada para maioria das pessoas em seu ambiente usual, sem traumas ou doenças. Para o idoso, as recomendações geralmente são adaptadas a partir das recomendações obtidas para crianças e adultos jovens (MARCHINI, FERRIOLLI, MORIGUTI, 1998).

A Organização Mundial de Saúde (OMS, apud MATOS, 2005) recomenda valores de 1,51 vezes o gasto energético basal para a estimativa da necessidade energética total, porém as necessidades calóricas basais da pessoa com mais de sessenta anos estão, em média, diminuídas e associadas com menor atividade física sendo que, geralmente, esse grupo etário se caracteriza por menor massa protéica magra e aumento relativo da gordura corporal. Portanto, acredita-se que 30 kcal/kg/dia sejam suficientes para a manutenção dos gastos calóricos da pessoa idosa, em atividade regular (MARCHINI, FERRIOLLI, MORIGUTI, 1998).
Muñiz, Martinez e Cos Blanco (2004) salientam que aportes menores que 1.500 kcal/dia sugerem risco de baixa ingestão de micronutrientes, o que não permite atender às requisições nutricionais diárias.

Nos Estados Unidos, desde 1941 as recomendações nutricionais (Recommended Dietary Allowances – RDAs) são estabelecidas pelo Food and Nutrition Board/National Research Council, sendo que, em 1990, a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) analisou as recomendações nutricionais e as adaptou à população brasileira. Porém, a partir de 1997 o Food and Nutrition Board e o Institute of Medicine deram início ao desenvolvimento de um conjunto de valores de referência para ingestão de nutrientes (Dietary Reference Intakes – DRIs), a serem utilizados no planejamento e avaliação de dietas de populações saudáveis visando substituir as RDAs publicadas anteriormente (FRANCESCHINI, PRIORE, EUCLYDES, 2002).
Proteínas

De acordo com Matos (2005), o organismo de um idoso saudável apresenta entre 60 a 70% do conteúdo protéico dos adultos jovens, sugerindo menor necessidade de proteína dietética. A autora lembra que as necessidades protéicas aumentam em relação à gravidade e duração da maioria das principais doenças crônicas que aparecem na terceira idade.
As RDAs estimam que 0,8g/kg de peso/dia de proteínas sejam apropriados para adultos (MARCHINI, FERRIOLLI, MORIGUTI, 1998), porém Muñiz, Martinez e Cos Blanco (2004) recomendam entre 1-1,25 g/kg e ressaltam a necessidade de que as proteínas sejam de alto valor biológico, especialmente se o idoso apresentar anorexia.
Franceschini, Priore e Euclydes (2002, p. 7) esclarecem que, “entre os fatores que determinam a qualidade da proteína da dieta, destacam-se, além do perfil de aminoácidos, a digestibilidade, a relação protéico-energética e os teores de minerais e vitaminas”.

Lipídeos

Segundo Sachs (2002), as proteínas contribuem com 10 a 20% do total de energia diária, e o restante (80 a 90%) deve ser distribuído entre gorduras e carboidratos. Marchini, Ferriolli e Moriguti (1998) lembram que, apesar de a quantidade de energia fornecida por 1g de gordura ser igual a 9 kcal, alimentos muito gordurosos podem não ser boas fontes de minerais e micronutrientes, e sugerem que cerca de 30-40% da energia total não protéica deve ser obtida da ingestão de gordura. Muñiz, Martinez, Cos Blanco (2004) definem que entre 7 a 10% devem ser de gordura saturada, até outros 10% de gordura poliinsaturada e o restante para gordura monoinsaturada.

Carboidratos e fibras

De acordo com Marchini, Ferriolli e Moriguti (1998) recomenda-se aos idosos maior ingestão de hidratos de carbono complexos (fibras). O consumo de fibras junto com uma ingesta hídrica adequada previne a constipação, favorece um melhor controle da glicemia e do colesterol e reduz o risco de algumas neoplasias. Entretanto o maior consumo de tais carboidratos podem prejudicar o consumo de minerais como zinco, cálcio, ferro e magnésio.
Para os idosos, os carboidratos devem constituir a maior fonte energética da dieta, uma vez que dietas pobres em carboidratos são inapropriadas por favorecerem o aparecimento de transtornos metabólicos importantes. O aporte de carboidratos deve constituir no mínimo 50% do valor calórico total e a quantidade mínima diária indispensável deve ser de 150g; já as fibras devem oscilar entre 20 a 35g diários (MUÑIZ, MARTINEZ, COS BLANCO, 2004).

Vitaminas e minerais

Em idosos, as necessidades de minerais, oligoelementos e vitaminas são maiores em relação às dos jovens adultos. Alguns dos micronutrientes em especial podem ter sua absorção diminuída, como por exemplo a vitamina B12 e o ácido fólico (GOENA, 2001).
Novaes et al. (2005) esclarecem que as deficiências de alguns elementos traços e de vitaminas podem estar associados ao decréscimo na função imune e que essa disfunção pode ser prevenida ou retardada por intervenção dietética. Alguns estudos recentes demonstram que uma pequena suplementação fisiológica de micronutrientes melhora a imunidade e diminui o risco de infecção no idoso.
As frutas e verduras são consideradas como principais fontes de muitas vitaminas e minerais, que atuam no desenvolvimento e bom funcionamento de todas as partes do corpo, como os olhos, sangue, ossos, gengivas e pele, entre outros. Recomenda-se consumir ao menos 5 porções diárias para manter um fluxo constante de grande quantidade e variedade de antioxidantes (PRODIA, 2001).

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