O edema pulmonar pode ser causado por diversas patologias cardíacas ou não porém sua fisiopatologia e semelhante, e sua sintomatologia básica é a dispnéia e a tosse seca.

Os principais mecanismos que levam ao edema pulmonar são: a) elevação da pressão hidrostática intravascular e b) aumento da permeabilidade capilar.

Nos pacientes com ICC crônica, onde a barreira endotelial encontra-se integra, o mais importante para a congestão pulmonar é o aumento da pressão hidrostática intravascular.
Dois outros mecanismos que podem potencializar o quadro congestivo são a drenagem linfática insuficiente ou a pressão oncótica do plasma baixa.

Segundo a equação dos movimentos dos fluidos de Starling, normalmente, a diferença entre as pressões hidrostáticas do intravascular e do interstício é maior que a diferença entre as pressões oncóticas dos mesmos, existindo um fluxo preferencial de fluidos para o interstício. Este fluxo é mantido sem acúmulo por vários fatores, sendo os mais importantes a drenagem do sistema linfático e a integridade da barreira endotelial.



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